João Pessoa, 20 de Setembro de 2017

12 de Julho de 2017

Reitor em exercício da UEPB diz que suspensão de greve foi positiva

Reitor em exercício da UEPB diz que suspensão de greve foi positiva

O reitor em exercício da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB0, disse que a decisão dos técnicos administrativos de suspender a greve foi um dado positivo. Flávio ressaltou que a posição  da Reioria foi no sentido de suspensão do movimento, visto que o governo do Estado sinalizou que só negociaria com a categoria e com a Reiotoria quando a greve dos técnicos e docentes terminasse. Ele disse que a greve perdeu vitalidade, e a melhor decisão no momento é recuar para possibilitar um avanço nas negociações.

Por outro lado, atendendo a um apelo da Associação dos Docentes,  do Comando de Greve, e da Reitoria da instituuição, os professores substitutos decidiram em adiar a volta a sala de aula marcada para esta segunda-feira (10). A decisão teve como finalidade manter o movimento forte, enquanto o os representantes dos docentes e técnicos administrativos aguardam a abertura de diálogo com o governo do Estado. A greve na UEPB já dura três meses. A perspectiva é que a greve dos professores também termine essa semana.

O reitor em exercício da Instituição, o professor Flávio Romero, afirmou que a decisão de que os professores substitutos não irão retomar as atividades nesta segunda-feira, (10) foi uma maneira de manter a “harmonia institucional”.

Em entrevista a Rádio Correio FM, ele observou que o clima de conflito que estava se desenhando poderia prejudicar a instituição e que há um momento político que se acena, no sentido de uma negociação com o governo do Estado.

– Nós entendemos que este retorno poderia prejudicar grande parte dos alunos, sobretudo os que moram fora. Ontem à tarde fizemos uma reunião e entendemos que os professores substitutos poderiam mobilizar os alunos e se juntar com o comando de greve, fazendo uma mobilização última, a fim de que tivéssemos o final da greve. O cenário político desta semana acena para uma possibilidade de retomada das aulas. Então, uma volta isolada de parte dos professores substitutos poderia criar um cenário desfavorável a este momento que necessitamos de aglutinar forças para pôr fim à greve. Foi uma estratégia de fortalecimento das forças internas para evitar conflitos – comentou.

Flávio Romero  frisou que houve uma sinalização do governo do Estado em negociar, caso a greve fosse suspensa.

– Diante de um conflito de interesses, temos que harmonizar e não estimular uma guerra interna. Apostamos que de hoje, dia 10, até a próxima sexta-feira, as articulações políticas podem favorecer cenários que proporcionarão a suspensão ou fim da greve – comentou.

Redação



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