Segundo Cléber, Bertrand expressou o desejo, na ocasião, de viabilizar o PCCR da categoria, em tempo hábil. “Esta é uma espera de uma vida inteira, e essa conquista vai ficar bem gravada nas mentes de todos os nossos servidores. A lei é importante como amparo mínimo à dignidade do servidor, que precisa ser valorizado pelo seu trabalho que desempenha, e não por apadrinhamento”, disse o procurador-geral.
O procurador-geral de Justiça informou que o próximo passo da administração é fazer a análise da repercussão financeira da minuta que lhe foi entregue. “O que for possível, vamos fazer. O PCCR vai deixar de ser um sonho, um sonho já antigo, para ser uma realidade transformadora na vida de cada um”, complementou.
O presidente da ASMP-PB ressaltou que o PCCR não é da entidade associativa, nem do procurador-geral de Justiça, mas de todos os servidores da instituição. Ele lembrou que a categoria espera, há três anos, pelo PCCR, e salientou a necessidade de implementação de uma política de valorização do servidor.
Participaram da solenidade, ainda, o 1º subprocurador-geral, Nelson Lemos, e o coordenador da Assessoria Técnica e Jurídica da PGJ, promotor João Arlindo Corrêa Neto.
Assessoria
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