Um mapa eleitoral encontrado no celular da delegada federal Marília de Alencar, então diretora de Inteligência do Ministério da Justiça, sob a gestão de Anderson Torres a frente do Ministério da Justiça, complica muito a situação do ex-auxiliar da gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro e ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques, que foi preso esta semana.
No mapa se mostra os locais onde havia concentração de votos ao então candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que foi usado, segundo a Polícia Federal, na reunião em que foi discutida uma operação para dificultar o deslocamento de eleitores no segundo turno. É o que mostra a investigação da PF que levou ao cumprimento de um mandado de prisão contra o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques e de dez mandados de busca e apreensão contra dirigentes da corporação. Um dos municípios que foi monitorado foi Cajazeiras, no sertão paraibano, onde o petista obteve 78,49% da votação.
O documento estava no celular da delegada federal Marília de Alencar, então diretora de Inteligência do Ministério da Justiça, sob a gestão de Anderson Torres. Em depoimento, ela afirmou que a área técnica da pasta foi demandada por Torres para levantar a quantidade de agentes de cada corporação que poderiam ser usados no dia da votação.
Da Redação
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