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João Pessoa, 4 de Abril de 2025

Hugo Motta se reúne com representantes da oposição para discutir anistia a condenados do 8/1

Hugo Motta vai instalar comissão especial para analisar o Plano Nacional de EducaçãoMarina Ramos/Agência Câmara

O presidente da Câmara Federal, deputado Hugo Motta (Republicanos), deve se reunir nesta terça-feira (1), com os representantes da bancada de oposição ao governo Lula para discutir a tramitação do projeto de lei que prevê anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro. De acordo com reportagem do Portal R7, o encontro está sendo organizado pelo líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ). 

A expectativa é que parlamentares de outros partidos que apoiam a matéria também participem da reunião. Desde a semana passada, o PL ameaça obstruir as votações da Câmara caso o projeto não seja pautado. A oposição já deixou claro que a anistia para os condenados pelos atos é a principal pauta do grupo neste primeiro semestre.

Os defensores do projeto querem convencer Hugo Motta a colocar em votação um requerimento de urgência, o que permitiria que a matéria fosse analisada diretamente no plenário da Câmara, sem passar por uma comissão especial.

De acordo com Sóstenes, além do PL, representantes de outros sete partidos já sinalizaram apoio à medida: PSD, Progressistas, União Brasil, Republicanos, Podemos, PSDB e Novo. O debate ganhou força após o STF (Supremo Tribunal Federal) tornar réu o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros aliados, sob acusação de tentativa de golpe de Estado após a derrota nas eleições de 2022.

Entenda o projeto

A proposta concede anistia a pessoas que cometeram crimes políticos ou eleitorais no período entre 30 de outubro de 2022 e a data de entrada em vigor da futura lei. Isso inclui:

  • Manifestantes, caminhoneiros e empresários que participaram de atos em rodovias ou em frente a unidades militares;
  • Envolvidos nas manifestações ocorridas em qualquer local do território nacional.

O projeto está parado na Câmara desde o ano passado. Em outubro de 2024, o então presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), retirou a matéria da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), onde estava prestes a ser votada.

Agora, para que avance, é necessária a criação de uma comissão especial para analisá-la, o que depende de autorização de Hugo Motta para que os líderes partidários indiquem os membros do colegiado.

PB Agora com informações do R7

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