Apenas dois nomes se declaram lançados na raia da disputa para governador da Paraíba, visando as eleições de 2022. São eles: Nilvan Ferreira e o deputado Cabo Gilberto, ambos identificados com as causas do bolsonarismo.
Para disputar uma majoritária, são dois nomes que nem fedem e nem cheiram no processo; dois noviços sem experiência na arte da política e filiados a partidos sem raízes profundas.
Chance zero para os dois, a menos que aconteça algo de extremamente imprevisível, ainda mais sendo eles representantes de um segmento (a extrema-direita) divididos em duas postulações.
Há, entretanto uma perspectiva de que haja uma tentativa de afunilar num só nome as várias opções que foram surgindo agora, ou seja: de fato, ninguém ainda é pré-candidato de verdade. O próprio Nilvan já disse que o melhor é escolher aquele que, no tempo hábil, esteja melhor situado nas pesquisas.
Cuidado!
Significa que, pelo menos por enquanto, o governador João Azevêdo continua disparado na frente de quase ninguém, mesmo porque não tem páreo para disputar.
Mas continua valendo aquela de que o governador não deve continuar demais no veneno, porque pode surgir alguma surpresa no meio do caminho…
Contas rejeitadas
O Tribunal de Contas do Estado, reunido em sessão ordinária híbrida, nesta quarta-feira (9), rejeitou as contas anuais de 2019 das prefeituras do Ingá e de Barra de Santa Rosa, respectivamente, nas gestões dos ex-prefeitos Manoel Batista Chaves e Jovino Pereira Neponuceno Neto. Cabem recursos.
O relator das contas do Ingá foi o conselheiro substituto Antônio Cláudio Silva Santos, que pontuou irregularidades, destacando o excesso de contratações temporárias de servidores, abertura de créditos sem autorização legislativa e não recolhimento de contribuições previdenciárias.
No caso de Barra de Santa Rosa, as contas foram rejeitadas. Pesaram para tanto déficits orçamentário e financeiro, elevado índice de contratações sem concurso e pendências nas contribuições previdenciárias, conforme o voto do relator, conselheiro substituto Renato Sérgio Santiago Melo.
Detalhe: o TCE oferece parecer às respectivas Câmara Municipais, a quem de fato compete análise final, aprovação ou reprovação.
Interdição
O Conselho Regional de Medicina da Paraíba interditou eticamente os médicos que trabalham na Unidade Básica de Saúde Paratibe II, no bairro de Gramame, em João Pessoa.
A equipe de fiscalização do CRM-PB constatou que as inconformidades observadas no dia 21 de outubro não tinham sido corrigidas. Em fevereiro deste ano, a unidade foi interditada pelos mesmos motivos, sendo desinterditada em março, após alguns reparos.
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