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Vené diz que RC aposta no esquecimento dos paraibanos

Veneziano diz que RC aposta no esquecimento dos paraibanos. “Ele acha que em 2014 o povo vai esquecer o fiasco do governo”

 

Em entrevista nesta quarta-feira (06), Veneziano Vital do Rêgo, pré-candidato do PMDB ao Governo do Estado em 2014 afirmou que o atual governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB) aposta no esquecimento por parte dos paraibanos. Segundo Veneziano, RC tem feito um péssimo governo, mas, no ano que vem, vai para a reeleição achando que os paraibanos não vão lembrar da realidade atual.

 

“Ele (Ricardo Coutinho) aposta no esquecimento do povo. Ele acha que os funcionários públicos, por exemplo, vão esquecer o descaso e a falta de diálogo do governo, o reajuste de apenas 3%, inferior à inflação, o não pagamento dos planos de cargos, as demissões que ocorreram no início e durante a sua gestão. Ele acha que os paraibanos vão esquecer tudo isso”, disse Veneziano.

 

Veneziano lembrou que há uma insatisfação geral dos paraibanos com o atual governo e citou, como exemplo dessa insatisfação, diversas categorias de servidores públicos estaduais que foram prejudicadas. “Tenho conversado com todas estas categorias e vejo uma insatisfação generalizada”, disse.

 

Veneziano citou, dentre os insatisfeitos, os servidores do magistério, que tiveram salários reduzidos, gratificações cortadas e não cumprimento do Plano de Cargos; os defensores públicos, os médicos, agentes do fisco, policiais militares, dentre outros. “O governador anuncia um aumento de 3% que frustrou os servidores estaduais, pois significa apenas metade da inflação no ano. Da mesma forma, estão frustrados os que não tiveram os seus planos de cargos cumpridos”, lembrou.

 

Ele disse que, muito provavelmente, o governador dará um aumento maior no ano que vem, por ser ano eleitoral, apostando que os servidores vão esquecer que foram maltratados nos três anos da administração. “Ele aposta que a lembrança do servidor estadual falhe”, disse Veneziano.

 

Veneziano disse ainda que RC aposta no esquecimento não apenas dos servidores públicos, mas de outros cidadãos também. “Ele aposta, por exemplo, que o homem do campo vai esquecer a inexistência de uma política para socorrê-los, sobretudo nesta época em que a seca assola o Estado, que a dona de casa vai esquecer da falta de uma estrutura eficiente de atendimento em saúde pública”.
 

 

Assessoria

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